Brasília

Avanços da classe trabalhadora em Brasília

Estive em Brasília ao longo desta semana participando de uma intensa agenda de mobilização, articulação política e atuação jurídica. Acompanhei de perto a Conclat, participei da Marcha da Classe Trabalhadora e me reuni com representantes do STF e da AGU, sempre com um objetivo claro: defender os empregos, os direitos e o futuro da nossa categoria.

Na Advocacia-Geral da União, me reuni com o advogado-geral da União, Flavio Roman, ao lado de importantes lideranças, como o companheiro José Reginaldo Inácio. Na ocasião, apresentei as preocupações do nosso Sindicato com a forma como a caducidade vem sendo tratada, destacando os riscos de insegurança jurídica e os impactos diretos sobre os trabalhadores do setor elétrico.

Fui direto: o modelo atual não garante segurança jurídica para os trabalhadores e pode trazer consequências graves para toda a categoria. Por isso, estamos avançando na construção de uma resposta jurídica. Estamos estudando, junto à Confederação, a possibilidade de ingressar com uma ADPF no Supremo Tribunal Federal, porque entendemos que há elementos de inconstitucionalidade nesse processo.

Também levei esse debate ao STF, onde participei de reuniões importantes com ministros da Corte. Estive ao lado de lideranças como Miguel Torres, presidente da Força Sindical e José Reginaldo Inácio, presidente da CNTI, reforçando uma pauta jurídica unificada das Centrais Sindicais. Tivemos ainda diálogo com o ministro Flávio Dino, destacando a necessidade de decisões que considerem os impactos sociais e trabalhistas da possível caducidade da concessão da Enel, e não apenas aspectos formais.

Mas essa semana não foi feita apenas de reuniões — foi também de mobilização nas ruas. Participei da Marcha da Classe Trabalhadora, que reuniu milhares de trabalhadores em Brasília, mostrando a força da unidade sindical e da luta coletiva.

Durante a manifestação, o ministro Guilherme Boulos anunciou uma medida importante: por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto que prevê o fim da escala 6×1 será enviado ao Congresso Nacional com urgência. Esse é um avanço concreto, resultado direto da mobilização da classe trabalhadora.

Também participei da entrega da pauta da classe trabalhadora ao presidente Lula, ao vice-presidente Geraldo Alckmin e a ministros do governo. São 68 reivindicações construídas coletivamente, que apontam para mais direitos, valorização do trabalho e justiça social.

O que vimos em Brasília foi a combinação de três elementos fundamentais: mobilização, articulação política e estratégia jurídica. É isso que garante avanço de verdade.

Saio dessa semana com a certeza de que estamos no caminho certo. Seguimos firmes, atuando em todas as frentes — institucional, jurídica e de base — para barrar retrocessos e garantir a proteção dos empregos e dos direitos da nossa categoria.

A luta continua. E é com unidade e organização que vamos seguir avançando.

Eduardo Annunciato – Chicão

Presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente – FENATEMA
Diretor de Educação da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI)
Vice-presidente da Força Sindical
Membro do Conselho Nacional da Previdência Social

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