STF

Chicão leva ao STF alerta sobre riscos da caducidade e defesa dos empregos no Setor Elétrico

O presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Eduardo Annunciato (Chicão), participou de audiência com ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), onde apresentou as graves consequências da possível caducidade da concessão da Enel São Paulo para os trabalhadores do setor elétrico.

Durante o encontro, Chicão destacou que a medida representa uma ameaça direta aos empregos, aos direitos históricos da categoria e à própria continuidade dos serviços com qualidade. O dirigente reforçou que qualquer decisão nesse sentido precisa considerar os impactos sociais e trabalhistas, e não apenas aspectos administrativos ou contratuais.

A reunião contou também com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), José Reginaldo Inácio, e do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, que apresentou ao ministro a pauta jurídica unificada das Centrais Sindicais.

Miguel Torres afirmou essa pauta jurídica unificada busca o fortalecer direitos, valorizar a negociação coletiva e garantir segurança jurídica para trabalhadores brasileiros.

“Essa agenda será instrumento estratégico de mobilização, ampliando a defesa de direitos e fortalecendo a unidade do movimento sindical”, afirmou Miguel.

Papel fundamental da Confederação no STF

Um dos pontos centrais destacados por Chicão foi o papel estratégico da nossa Confederação nas ações judiciais no Supremo. Pela Constituição, apenas partidos políticos e confederações sindicais possuem legitimidade para ingressar com ações diretas na Corte. Nesse sentido, a presença de José Reginaldo Inácio na audiência não foi protocolar, mas essencial:

“Quem pode entrar com ação no STF é a confederação. Existe uma regra constitucional que garante isso. O companheiro Reginaldo não estava ali como coadjuvante, mas como parte fundamental. É ele, como presidente da nossa confederação, quem pode assinar a ação. Nós fazemos a demanda e a confederação executa”, explicou Chicão.

Diálogo também com Flávio Dino

No dia anterior, as lideranças sindicais também estiveram reunidas com o ministro Flávio Dino, dando continuidade ao diálogo sobre as implicações da caducidade e apresentando a pauta jurídica das centrais sindicais.

Durante o encontro, foram destacadas prioridades como a defesa dos direitos trabalhistas, o fortalecimento da negociação coletiva e o combate à pejotização e aos retrocessos sociais.

Miguel Torres ressaltou a importância da construção de uma agenda jurídica unificada: “Essa pauta é um instrumento estratégico para fortalecer direitos, valorizar a negociação coletiva e garantir segurança jurídica para os trabalhadores brasileiros.”

Já o ministro Flávio Dino destacou a relevância do diálogo institucional: “Fortalecer o diálogo do Judiciário com o movimento sindical contribui para decisões mais equilibradas e alinhadas aos princípios constitucionais.”

Unidade e estratégia na defesa da categoria

As reuniões reforçam a importância da atuação articulada entre Sindicatos, Confederações e Centrais Sindicais no campo jurídico e político, especialmente diante de temas que impactam diretamente a vida dos trabalhadores.

Chicão finaliza: “A mobilização segue firme, com atuação em todas as frentes — institucional, jurídica e de base — para barrar retrocessos e garantir a proteção dos empregos e direitos da categoria.”

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