O presidente do STIEESP, Eduardo Annunciato (Chicão), participou de reunião com o secretário Nacional de Energia Elétrica do MME, João Daniel de Andrade Cascalho, para tratar do processo de caducidade da concessão da Enel São Paulo e seus impactos sobre trabalhadores, aposentados e pensionistas.
Também participaram o diretor Sergio Canuto, o presidente da AEASP – Associação dos Eletricitários Aposentados de São Paulo, Antonio Rogério Magri, e representantes da AAFC – Associação dos Aposentados da Fundação CESP, Francisco Buzico (presidente) e Donato Robortella (vice-presidente).
Chicão destacou a preocupação com a queda na qualidade de vida da categoria diante da incerteza. “A caducidade é um ponto crítico. Precisamos de clareza e de uma solução que não penalize trabalhadores e aposentados”, afirmou.
O secretário foi direto ao reconhecer que ainda não há definição. Segundo ele, a caducidade segue como possibilidade, mas é um cenário complexo, enquanto alternativas como a transferência de controle ainda estão em análise.
Representando os aposentados, Magri reforçou a importância do reconhecimento institucional das entidades e da abertura de diálogo direto com o governo.
“O Sindicato e as associações existem, têm papel constitucional e precisam ser tratados como prioridade. Queremos ser ouvidos. Estamos falando de pessoas que ajudaram a construir o setor elétrico deste país”, afirmou Antonio Rogério Magri.
A AAFC também alertou para o impacto social da medida, que pode atingir mais de 20 mil aposentados — chegando a cerca de 60 mil pessoas com as famílias — além de riscos aos planos previdenciários administrados pela Vivest.
O presidente do Sindicato dos Eletricitários, Eduardo Annunciato (Chicão), foi incisivo na defesa de garantias. Ele afirmou: “Qualquer solução deve assegurar os direitos dos trabalhadores ativos e a manutenção dos benefícios dos aposentados e pensionistas. A caducidade é um erro”.
As lideranças reforçaram ainda que este é um momento de unidade. Sindicato e associações precisam atuar juntos para fortalecer a defesa da categoria. Os representados devem fortalecer as entidades — AEASP, AAFC e STIEESP — apoiando e ampliando a filiação. Ao final, são essas instituições que estarão na linha de frente na defesa da aposentadoria, dos benefícios e do futuro dos trabalhadores.
Diante da indefinição, o STIEESP cobrou uma posição mais clara do governo e informou que novas mobilizações estão sendo preparadas em São Paulo.
Chicão afirmou ao secretário: “Se a intenção do governo é forçar a Enel a vender a concessão, só há um caminho: garantir que, após a troca de controle, quem adquirir tenha a concessão renovada”. Caso contrário, sem a renovação, o cenário será de mais dois anos de incertezas e retração nos investimentos.
O secretário declarou: “Não podemos afirmar nada neste momento e ainda não temos uma decisão definitiva”.
Ao final, o secretário se comprometeu a levar ao ministro o pedido de audiência com as entidades — STIEESP, AAFC e AEASP — e manter o diálogo aberto. O sindicato seguirá atuando para garantir uma solução que preserve direitos e dê segurança à categoria.
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