Forte presença do movimento sindical marcou o lançamento da Carta no Largo São Francisco
O Sindicato dos Eletricitários de São Paulo participou nesta sexta-feira (25) do lançamento da Carta em Defesa da Soberania Nacional, realizado na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo — local histórico das grandes mobilizações democráticas do País.
O ato contou com a forte presença do movimento sindical, que se somou às entidades da sociedade civil para reafirmar o compromisso com a independência nacional, a democracia e a defesa dos interesses do povo brasileiro. Centrais Sindicais, Federações, Confederações e Sindicatos de várias categorias compareceram em peso, evidenciando a unidade do campo popular diante das ameaças externas e autoritárias que o Brasil enfrenta.
Representando os Eletricitários, estiveram presentes o vice-presidente Alexandre Meduneckas (Bola) e diretores do Sindicato, que reforçaram a importância da luta coletiva e do engajamento da categoria nas grandes pautas nacionais.
Durante a mobilização, manifestantes entoaram palavras de ordem como “Não à tirania! Soberania não se negocia!”, reforçando o tom de resistência coletiva. O evento reuniu lideranças como Miguel Torres, presidente da Força Sindical, e diversos representantes dos trabalhadores e trabalhadoras.
O vice-presidente Bola destacou a centralidade da luta sindical na defesa da soberania nacional:
“Não há soberania sem democracia nem justiça social. A história dos Eletricitários é parte dessa luta por um Brasil livre, desenvolvido e que respeita seu povo. Estar neste ato é reafirmar nosso compromisso com a classe trabalhadora e com um país que não aceita tutelas externas”, afirmou.
Conteúdo da Carta
A Carta em Defesa da Soberania Nacional destaca que a soberania é o poder do povo sobre si mesmo, e relembra a trajetória de mais de dois séculos de independência do Brasil.
O documento reafirma o compromisso com a cidadania plena, a redução das desigualdades sociais e o combate a todas as formas de discriminação. Na política externa, defende os princípios constitucionais da não intervenção, dos direitos humanos e da igualdade entre as nações.
Rejeição a ameaças
O texto repudia qualquer forma de intervenção estrangeira que tente limitar a liberdade nacional. Para os signatários, o Brasil jamais abrirá mão de sua soberania.
Ressalta ainda que processos judiciais devem seguir o devido processo legal, com base em provas e ampla defesa, sendo inaceitáveis as intromissões externas que afrontam a autonomia do país.
Unidade nacional
Diante das ameaças, a sociedade civil reafirma a necessidade de união em torno da defesa dos interesses nacionais. O documento reforça que eventuais divergências políticas não devem enfraquecer essa luta comum.
Por fim, a Carta conclama ao diálogo, à negociação pacífica e à construção coletiva, deixando claro:
A soberania brasileira é inegociável.
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