Obra celebra 90 anos do piso nacional e os 20 anos da política de valorização retomada com luta e mobilização sindical
O presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Eduardo Annunciato (Chicão), participou nesta terça-feira (10), em Brasília, do lançamento do livro “Salário Mínimo no Brasil: 90 anos de História, Lutas e Transformações”. Chicão esteve presente a convite do Ministério do Trabalho e Emprego, reforçando a importância da participação do movimento sindical no debate sobre renda, direitos e justiça social.
O evento, realizado na Esplanada dos Ministérios, marcou também os 20 anos da Política de Valorização do Salário Mínimo, instrumento fundamental para a redução das desigualdades sociais, o fortalecimento do mercado interno e a melhoria das condições de vida da classe trabalhadora.
Salário mínimo como pilar da proteção social
A publicação resgata a trajetória histórica do salário mínimo no Brasil, desde sua criação nos anos 1930, até os impactos mais recentes da política de valorização com ganho real, retomada em 2023 após anos de congelamento e perdas para os trabalhadores.
Durante a atividade, representantes do governo, do DIEESE e de entidades sindicais destacaram que o salário mínimo vai muito além de um valor de referência: ele influencia aposentadorias, pensões, benefícios sociais e a renda de milhões de famílias brasileiras.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reforçou que a valorização do mínimo é resultado direto da mobilização social e da organização dos trabalhadores, e que ainda há muito a avançar para garantir um salário verdadeiramente digno.
Eletricitários defendem valorização permanente
Para o presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, a presença no lançamento reafirma o compromisso da categoria com a luta por renda digna e valorização do trabalho.
“O salário mínimo é uma conquista histórica da classe trabalhadora e continua sendo uma referência essencial para combater a desigualdade e garantir dignidade. Defender sua valorização permanente é defender o desenvolvimento do país com justiça social”, destacou Chicão.
O dirigente também ressaltou que os eletricitários defendem pisos salariais acima do mínimo legal nos Acordos Coletivos de Trabalho, mas reconhecem o salário mínimo como base fundamental de proteção social, especialmente para os trabalhadores mais vulneráveis, aposentados e pensionistas.
Luta histórica que segue atual
Ao longo de 90 anos, o salário mínimo se consolidou como uma das principais ferramentas de distribuição de renda no Brasil. Estudos apontam que a política de valorização real teve papel decisivo na redução da desigualdade, no aumento do consumo popular e na dinamização das economias locais.
Para o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, celebrar essa história é também reafirmar que nenhuma conquista veio sem luta. A valorização do salário mínimo, assim como a defesa de direitos e melhores condições de trabalho, depende da mobilização permanente da classe trabalhadora e de suas entidades representativas.
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