O Brasil vive um momento decisivo. O governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, impôs uma tarifa absurda de 50% sobre as exportações brasileiras. Essa medida, tomada de forma unilateral e injustificada, representa um ataque frontal à nossa economia, à nossa indústria e, sobretudo, aos nossos empregos.
Estamos diante de um cenário em que a chantagem política se veste de medida econômica. A tarifa de 50% — que já impacta setores como o de pescados, siderurgia e agronegócio — surgiu menos de 48 horas depois de Trump enviar uma carta tentando interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal. A coincidência revela um conluio vergonhoso: para proteger um aliado político acusado de tentar um golpe de Estado, Trump não hesita em prejudicar milhões de brasileiros e brasileiras.
Diante dessa agressão, a resposta precisa ser a unidade nacional. O movimento sindical, convocado pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, participou ativamente do debate no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). As Centrais Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CSB e Nova Central, apresentaram propostas concretas para proteger o emprego e fortalecer a indústria nacional.
Não há indústria forte sem trabalhador valorizado. E não há soberania sem independência econômica.
A imposição de uma tarifa de 50% é um ataque à produção nacional e à soberania brasileira. É também um alerta: não podemos tolerar que decisões geopolíticas tomadas em Washington ditem o futuro de quem produz no Brasil.
Por isso, reafirmamos a importância de um projeto nacional de desenvolvimento, com geração de empregos, inovação, reindustrialização e proteção contra instabilidades externas. O governo Lula tem dado os passos certos, com firmeza e equilíbrio, ao acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC), estudar medidas de retaliação e articular um novo comitê com empresários para rever a política comercial com os EUA.
O tarifaço de Trump é mais que uma política econômica: é parte de um projeto autoritário, imperialista e antidemocrático. Bolsonaro, seus filhos e seus aliados dentro do Brasil agem como vassalos desse projeto. Não hesitaram em colocar seus próprios interesses acima dos da Nação. Por isso, são — com todas as letras — traidores da pátria.
O movimento sindical está em alerta, mobilizado e atuante. Defendemos o emprego, o salário, o desenvolvimento, e principalmente, a soberania do Brasil. Queremos um país independente, produtivo, democrático e justo.
Quem está com Trump e Bolsonaro está contra o Brasil.
Nós estamos com o povo, com a democracia e com a soberania nacional.
Eduardo Annunciato – Chicão
Presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente – FENATEMA
Diretor de Educação da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI)
Vice-presidente da Força Sindical
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